Mostrar mensagens com a etiqueta Diocese de Coimbra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Diocese de Coimbra. Mostrar todas as mensagens

20/08/2021

VERSÃO DEFINITIVA das Nomeações do Clero para 2021/22


Nesta sexta-feira, 20 de Agosto, o Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, publicou mais um decreto de nomeação em que o Padre Daniel Alexandre dos Santos Rodrigues (actual pároco de Côja) é nomeado “pároco
in solidum de Alvorge, Ansião, Degracias, Lagarteira, Pombalinho, Santiago da Guarda e Torre de Vale Todos, sendo moderador o Padre João Fernando Marques Dias”.

Assim sendo, aqui ficam as nomeações do Clero na Diocese de Coimbra para o ano pastoral de 2021-2022 na sua versão definitiva após os decretos de 28 de Julho, 6 de Agosto e 20 de Agosto de 2021:


Pe. António Joaquim Farinha Domingues – pároco de Casal de Ermio, Foz de Arouce, Lousã, Serpins e Vilarinho, mantendo o ofício de Chanceler da Cúria Diocesana.

Pe. António Manuel Andrek Hombo – Pároco de Ameal, Arzila, Pereira do Campo, Ribeira de Frades, Santo Varão e Taveiro.

Pe. Daniel Alexandre dos Santos Rodrigues – Pároco in solidum de Alvorge, Ansião, Degracias, Lagarteira, Pombalinho, Santiago da Guarda e Torre de Vale Todos, sendo moderador o Pe. João Fernando Marques Dias.

Pe. Daniel José Figueiredo Mendes – será nomeado pelo Bispo de Leiria-Fátima, com a anuência do Bispo de Coimbra, como Assistente Nacional do Movimento da Mensagem de Fátima. 

Pe. Francisco Elói Martinho Prior Claro – pároco de Trouxemil, mantendo-se pároco das reitorias de Coselhas, Imaculado Coração de Maria e Pedrulha e cessando as funções de vigário paroquial de Santa Cruz de Coimbra.

Pe. João Nuno Frade Marques Castelhano – vigário paroquial de Anceriz, Arganil, Barril, Benfeita, Celavisa, Cepos, Cerdeira, Coja, Folques, Moura da Serra, Piódão, Pomares, Pombeiro da Beira, São Martinho da Cortiça, Sarzedo, Secarias, Teixeira e Vila Cova do Alva. 

Pe. José Kamutali Tomás – pároco in solidum com o Pe. Manuel da Silva Paiva, de Ázere, Candosa, Carapinha, Covas, Covelo, Espariz, Meda de Mouros, Midões, Mouronho, Pinheiro de Coja, Póvoa de Midões, São João da Boavista, Sinde, Tábua e Vila Nova de Oliveirinha. 

Pe. Lucas Pio Francisco Farias da Silva – pároco de Anceriz, Barril, Benfeita, Cepos, Cerdeira, Coja, Moura da Serra, Piódão, Pomares, Teixeira, Vila Cova do Alva, mantendo-se pároco de Arganil, Celavisa, Folques, Pombeiro da Beira, São Martinho da Cortiça, Sarzedo e Secarias.

Pe. Manuel Pinto Caetano – cessa as funções de pároco de Friúmes, Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, S. Paio do Mondego, São Pedro de Alva e Travanca do Mondego (paróquias para as quais foram nomeados o Pe. João Kakweya e o Pe. João Baptista Somboti, sendo que só agora as puderam assumir).

Pe. Orlando José Carrasqueira Martins – pároco de São Julião da Figueira da Foz.

Pe. Pedro Alexandre Pinto dos Santos – pároco in solidum com o Cónego Sertório Baptista Martins, que assume a função de moderador, das paróquias de Nossa Senhora de Lurdes, Santa Cruz, Sé Nova e Sé Velha de Coimbra; coordenador e mestre-de-cerimónias das celebrações diocesanas.

Pe. Pedro Manuel Quintas Franco Nunes Pedro – pároco de Castelo Viegas, Ceira e Torres do Mondego.

07/08/2021

Segunda ronda de nomeações de clero 2021

Depois das nomeações publicadas no passado dia 28 de Julho (veja AQUI), o Bispo de Coimbra publicou ontem, 6 de Agosto de 2021, um novo decreto de nomeações de clero para o ano pastoral de 2021. Este novo decreto altera o anterior, nomeadamente, em relação à nomeação do novo pároco da Unidade Pastoral da Lousã, que já não será aquele que estava inicialmente nomeado. Consequentemente, há também alterações no Baixo Mondego (de onde sairá o futuro pároco da Lousã, que se mantém como Chanceler da Cúria). 

Eis o teor deste novo documento datado de 6 de Agosto:

P. António Joaquim Farinha Domingues – pároco de Casal de Ermio, Foz de Arouce, Lousã, Serpins e Vilarinho, mantendo o ofício de Chanceler da Cúria Diocesana.

P. António Manuel Andrek Hombo – Pároco de Ameal, Arzila, Pereira do Campo, Ribeira de Frades, Santo Varão e Taveiro.


29/07/2021

Nomeações do clero para 2021/22

O Bispo de Coimbra, Dom Virgílio do Nascimento Antunes, publicou a 28 de Julho de 2021 as seguintes nomeações do Clero para o ano pastoral de 2021-2022:


Padre Daniel Alexandre dos Santos Rodrigues – pároco de Águas Belas, Ferreira do Zêzere, Igreja Nova do Sobral e Pias.

Padre Daniel José Figueiredo Mendes – será nomeado pelo Bispo de Leiria-Fátima, com a anuência do Bispo de Coimbra, como Assistente Nacional do Movimento da Mensagem de Fátima. 

Padre Francisco Elói Martinho Prior Claro – pároco de Trouxemil, mantendo-se pároco das reitorias de Coselhas, Imaculado Coração de Maria e Pedrulha e cessando as funções de vigário paroquial de Santa Cruz de Coimbra.

Padre João Nuno Frade Marques Castelhano – vigário paroquial de Anceriz, Arganil, Barril, Benfeita, Celavisa, Cepos, Cerdeira, Coja, Folques, Moura da Serra, Piódão, Pomares, Pombeiro da Beira, São Martinho da Cortiça, Sarzedo, Secarias, Teixeira e Vila Cova do Alva. 

Padre José Kamutali Tomás – pároco in solidum com o Padre Manuel da Silva Paiva, de Ázere, Candosa, Carapinha, Covas, Covelo, Espariz, Meda de Mouros, Midões, Mouronho, Pinheiro de Coja, Póvoa de Midões, São João da Boavista, Sinde, Tábua e Vila Nova de Oliveirinha. 

Padre Lucas Pio de Freitas Faria – pároco de Anceriz, Barril, Benfeita, Cepos, Cerdeira, Coja, Moura da Serra, Piódão, Pomares, Teixeira, Vila Cova do Alva, mantendo-se pároco de Arganil, Celavisa, Folques, Pombeiro da Beira, São Martinho da Cortiça, Sarzedo e Secarias.

Padre Manuel Pinto Caetano – cessa as funções de pároco de Friúmes, Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, S. Paio do Mondego, São Pedro de Alva e Travanca do Mondego.

Padre Orlando José Carrasqueira Martins – pároco de São Julião da Figueira da Foz.

Padre Pedro Alexandre Pinto dos Santos – pároco in solidum com o Cónego Sertório Baptista Martins, que assume a função de moderador, das paróquias de Nossa Senhora de Lurdes, Santa Cruz, Sé Nova e Sé Velha de Coimbra; coordenador e mestre-de-cerimónias das celebrações diocesanas.

Padre Pedro Manuel Luís – pároco de Casal de Ermio, Foz de Arouce, Lousã, Serpins e Vilarinho.

Padre Pedro Manuel Quintas Franco Nunes Pedro – pároco de Castelo Viegas, Ceira e Torres do Mondego.

28/07/2020

Nomeações 2020/21 na Diocese de Coimbra


NOMEAÇÕES PARA O ANO PASTORAL DE 2020-2021
DIOCESE DE COIMBRA

Nomeação de Presbíteros

P. André Filipe Sequeira da Silva – diretor diocesano do Apostolado da Oração.

P. António Jesus de Melo Loureiro – pároco in solidum e moderador de São Paio de Gramaços, continuando pároco in solidum e moderador de Bobadela, Ervedal da Beira, Lageosa, Lagares da Beira, Lagos da Beira, Meruje, Oliveira do Hospital, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.

P. António Nogueira Torres – vigário paroquial de Bolho, Cepins, Cordinhã, Murtede e Ourentã.

P. Carlos Alberto da Graça Godinho – pároco de Abrunheira, Carapinheira, Ereira (reitoria), Montemor o Velho, Reveles, Verride e Vila Nova da Barca.

P. Carlos Augusto Noronha Lopes – pároco da Figueira da Foz e Tavarede, continuando pároco de Buarcos.

P. Ernesto Hamuiela (da Diocese de Benguela, Angola) – vigário paroquial de Ançã, Antuzede, São Facundo (Curato), São João do Campo e Vil de Matos.

P. Fernando Simões Pascoal – coordenador das capelanias hospitalares da Diocese de Coimbra

 – P. Francisco Elói Martinho Prior Claro – pároco da reitoria (quase-paróquia) de Coselhas e da reitoria (quase-paróquia) do Coração Imaculado de Maria, a criar no dia 13 de setembro de 2020, desanexando para isso a zona norte da paróquia de Santa Cruz de Coimbra, continuando pároco da reitoria (quase-paróquia) da Pedrulha e vigário paroquial de Santa Cruz.

P. Geraldo Kanjala Mário (da Diocese de Benguela, Angola) – pároco de Arega, Figueiró dos Vinhos, Graça e Pedrógão Grande, de que até agora era administrador paroquial; assistente dos Agrupamentos do Corpo Nacional de Escutas 1193 de Pedrógão Grande e 148 de Figueiró do Vinhos.

P. Idalino Simões – capelão da Comunidade das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias da Cruz de Morouços.

P. João Baptista Somboti (dos Missionários de Nossa Senhora de La Salette, Província de Angola) – pároco in solidum de Carvalho, Figueira de Lorvão, Friúmes, Lorvão, Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, Penacova, São Paio do Mondego, São Pedro de Alva e Sazes de Lorvão e Travanca do Mondego.

P. João Kakweya (dos Missionários de Nossa Senhora de La Salette, Província de Angola) – pároco in solidum de Carvalho, Figueira de Lorvão, Friúmes, Lorvão, Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, Penacova, São Paio do Mondego, São Pedro de Alva e Sazes de Lorvão e Travanca do Mondego.

P. João Nuno Frade Marques Castelhano – vigário paroquial de Buarcos, Figueira da Foz e Tavarede.

P. João Paulo dos Santos Fernandes – enviado para conclusão de estudos bíblicos em Roma.

P. Jorge Germano Dias de Brito – pároco de Mira, Praia de Mira e Seixo de Mira.

P. José António Afonso Pais – vigário paroquial de Anobra, Belide, Bendafé, Condeixa a Nova, Condeixa a Velha, Ega, Furadouro, Sebal, Vila Seca e Zambujal.

P. Luís Miguel Batista Costa – pároco de Anobra, Belide, Bendafé, Condeixa a Nova, Condeixa a Velha, Ega, Furadouro, Sebal, Vila Seca e Zambujal.

P. Manuel de Oliveira Simões – pároco de Cabril, Dornelas do Zêzere, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Portela do Fojo, Unhais-o-Velho e Vidual de Cima.

P. Nuno Filipe Martins Fachada Fileno – pároco de Quiaios, continuando  pároco de Alhadas, Bom Sucesso, Brenha, Ferreira a Nova, Maiorca, e Vila Verde.

P. Orlando José Guerra Henriques – pároco de Cadafaz, Colmeal, Góis e Vila Nova do Ceira; e de Santa Maria da Arrifana, Santo André de Poiares, São Miguel de Poiares e São José das Lavegadas.

P. Paulo Fernando Silvestre Filipe – pároco de Alqueidão, Lavos, Marinha das Ondas e Paião.

P. Pedro Jorge Silva Simões – pároco in solidum de Bobadela, Ervedal da Beira, Lageosa, Lagares da Beira, Lagos da Beira, Meruje, Oliveira do Hospital, São Paio de Gramaços, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.

P. Pedro Manuel Quintas Franco Nunes Pedro – vigário paroquial de Nossa Senhora de Lurdes, Santa Cruz, Sé Nova e Sé Velha.

P. Rodolfo Miguel Fernandes Costa Albuquerque – pároco de Santa Ovaia, continuando pároco de Aldeia das Dez, Alvoco de Várzeas, Avô, Lourosa, Nogueira do Cravo, Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Vila Pouca da Beira.

P. Rodolfo Santos Oliveira Leite – pároco do Luso e Pampilhosa, continuando pároco de Barcouço, Casal Comba, Mealhada, Vacariça e Ventosa do Bairro.

Cón. Sertório Baptista Martins – pároco de Nossa Senhora de Lurdes, continuando pároco de Santa Cruz, Sé Nova e Sé Velha.

P. Virgílio de Miranda Neves – vigário paroquial de Alhadas, Bom Sucesso, Brenha, Ferreira a Nova, Maiorca, Quiaios e Vila Verde.


Nomeação de Diáconos Permanentes:

Diác. António Agostinho Fernandes de Sá – colaborador do P. Luís Miguel Batista Costa, nas paróquias de Anobra, Belide, Bendafé, Condeixa a Nova, Condeixa a Velha, Ega, Furadouro, Sebal, Vila Seca e Zambujal.

Diác. Augusto Lusitano Simões Rainho – colaborador do P. Carlos Alberto da Graça Godinho, nas paróquias de Abrunheira, Carapinheira, Ereira (reitoria), Montemor o Velho, Reveles, Verride e Vila Nova da Barca.

Diác. Joaquim Carlos Mendes Gonçalves – colaborador do P. Luís Miguel Batista Costa, nas paróquias de Anobra, Belide, Bendafé, Condeixa a Nova, Condeixa a Velha, Ega, Furadouro, Sebal, Vila Seca e Zambujal.

Diác. José Manuel Esteves – colaborador do P. António Jesus Melo Loureiro (moderador) e P. Pedro Jorge Silva Simões – párocos in solidum de Bobadela, Ervedal da Beira, Lageosa, Lagares da Beira, Lagos da Beira, Meruje, Oliveira do Hospital, São Paio de Gramaços, Seixo da Beira e Travanca de Lagos.

Diác. José Simões Laranjeira – colaborador do P. Rodolfo Santos Oliveira Leite, nas paróquias de Barcouço, Casal Comba, Luso, Mealhada, Pampilhosa, Vacariça e Ventosa do Bairro.

Diác. Manuel Cabral Henriques Lopes – colaborador do P. Orlando José Guerra Henriques, nas paróquias de Cadafaz, Colmeal, Góis e Vila Nova do Ceira; e Santa Maria da Arrifana, Santo André de Poiares, São Miguel de Poiares e São José das Lavegadas.

Diác. Manuel da Costa Marques Castelhano – colaborador do P. Jorge Germano Dias de Brito, nas paróquias de Mira, Praia de Mira e Seixo de Mira.


Outras nomeações

Dr. José Aníbal Herdade Barreiros – membro da Comissão Diocesana Justiça e Paz.

Dr. Paulo Jorge Barradas de Oliveira Rebelo – membro da Comissão Diocesana Justiça e Paz.

António José Jesus Sebastião (seminarista estagiário) – colaborador do P. Paulo Fernando Silvestre Filipe, nas paróquias de Alqueidão, Lavos, Marinha das Ondas e Paião.



Dispensa de ofício

P. Afonso Makiadi dos Santos (da Diocese do Uíge, Angola) – dispensado do ofício de vigário paroquial de Ançã, Antuzede, São Facundo (Curato), São João do Campo e Vil de Matos.

P. António Borges de Carvalho – dispensado do ofício de pároco de Santa Ovaia e São Paio de Gramaços.

P. Feliz Vieira Pires (dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus – Dehonianos) – dispensado do oficio de pároco de Coselhas (reitoria) e Nossa Senhora de Lurdes.

Cón. João Coutinho Veríssimo – dispensado do ofício de pároco da Figueira da Foz e Tavarede.

Cón. Jerónimo de Jesus Correia – dispensado do ofício de pároco de Mira e Seixo de Mira.

P. Manuel Pinto Caetano – dispensado do ofício de pároco de Friúmes, Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, São Paio do Mondego, São Pedro de Alva, e Travanca do Mondego.


Coimbra, 28 de julho de 2020
Virgílio do Nascimento Antunes
Bispo de Coimbra

28/04/2020

Notícias da pandemia há 101 anos

A propósito da actual pandemia de Covid-19, recordamos as notícias publicadas n’O Amigo do Povo há 101 anos (2º semestre de 1918), acerca da pandemia de gripe espanhola. Nota-se que, tal como hoje, a pandemia começou por parecer ser algo que se passava noutras regiões, até que, de um momento para o outro, se tomou consciência de que era algo que afectava todo o país e de maneira muito séria. Especial destaque merece a Pastoral do Bispo de Coimbra, Dom Manuel Luís Coelho da Silva, que, inclusivamente, ensina regras e práticas de higiene e segurança quer para prevenir o contágio quer para tratar a doença, segundo o aconselhamento médico tomado pelo Bispo (a pedido de muitos colectores do jornal, essas instruções de prevenção e remédio seriam repetidas 15 dias após a sua publicação). Do mesmo modo que parece não ter sido decretado nenhum confinamento obrigatório, também as igrejas se terão mantido a funcionar normalmente, com todas as celebrações, mas são dadas indicações precisas quanto à sua desinfecção, bem como à forma de administrar os sacramentos aos doentes. Também o editorial comemorativo do segundo aniversário do jornal é marcado pela pandemia.

Quando a epidemia ainda parecia ser "muito benigna" e um problema só do Alentejo:

Quando a gripe já tinha tomado todo o país, evidenciando-se como "terrível doença":

A Pastoral do Bispo de Coimbra:

Mais notícias: epidemia continua fazer estragos...

Editorial comemorativo do 2º aniversário do jornal, marcado pelo ambiente de epidemia.


27/03/2020

Tríduo Pascal 2020 na Sé Nova


(não imprimimos o jornal, pela segurança dos nossos colectores, mas continuamos a informar)

O Bispo de Coimbra presidirá às celebrações do Tríduo Pascal, a partir da Sé Nova. As celebrações serão sem assembleia presencial, mas toda a Diocese é convidada vivamente a unir-se ao seu Bispo no decorrer das mesmas, até porque os diferentes actos litúrgicos serão transmitidos pela página de Facebook da Diocese (veja aqui).
As celebrações serão reduzidas aos momentos litúrgicos essenciais:
- Missa da Ceia do Senhor, quinta-feira, dia 9 de Abril, às 21h;
- Celebração da Paixão do Senhor, sexta-feira, dia 10 de Abril, às 165h;
- Vigília Pascal, sábado, 11 de Abril, às 21h30;
- Missa no Dia de Páscoa, domingo, 12 de Abril, às 11h15.
Acompanhe em directo!

17/09/2018

Nota pastoral: CELEBRAÇÃO DO DOMINGO



CELEBRAÇÃO DO DOMINGO:
EUCARISTIA E CELEBRAÇÃO DOMINICAL NA AUSÊNCIA DO PRESBÍTERO
ORIENTAÇÕES PASTORAIS


INTRODUÇÃO

       A Igreja de Cristo procura continuamente as melhores formas de ajudar os seus fiéis a progredirem na fé, no amor a Deus e ao próximo, e na santidade de vida. Precisa, por isso, de propor às comunidades locais os meios mais adequados, dentro das circunstâncias próprias de cada tempo e lugar.
       A celebração do domingo constitui um ponto alto da vida do cristão e da comunidade cristã. A Eucaristia, que está no centro do domingo, não pode, hoje, ter lugar em todas as localidades onde se celebrava no passado. Já em 1980, o bispo D. João Alves publicava um documento sobre a possibilidade de haver na Diocese as chamadas Celebrações Dominicais na Ausência do Presbítero (CDAP), apesar de as circunstâncias nessa altura serem bem diferentes das atuais. De então para cá diminuiu consideravelmente o número de sacerdotes, com a consequente diminuição da celebração de missas ao domingo, e aumentou muito o número de celebrações dominicais na ausência de presbítero.

       Ao longo das últimas décadas, criou-se uma verdadeira rede de celebrações da Palavra por toda a Diocese e pôde contar-se com grande número de leigos, homens e mulheres, disponíveis para coordenar este serviço ao povo de Deus. Pode dizer-se que, deste modo, se constituiu uma verdadeira escola de voluntariado laical, que foi, ao mesmo tempo, uma escola de fé e de espiritualidade, muito enriquecedora para a vida das comunidades paroquiais. Em nome da Diocese de Coimbra, deixo expressa uma palavra de gratidão a todos os que, movidos pela fé e com verdadeiro espírito eclesial, têm servido o Povo de Deus, pondo ao seu serviço os dons que receberam.
       Não deixo, no entanto, de incentivar toda a Diocese, os ministros ordenados, os consagrados e os leigos, a implementarmos uma verdadeira pastoral das vocações sacerdotais, pois o ministério ordenado, numa relação estreita com a Eucaristia, é essencial à vida da Igreja. A catequese, a evangelização, a liturgia e a totalidade da ação pastoral devem ter uma marcante intencionalidade vocacional, uma vez que é necessário criarmos as condições propícias para que os dons de Deus derramados no coração de cada batizado sejam acolhidos e frutifiquem em novas vocações.

       Com o passar dos anos, a situação das comunidades cristãs foi-se modificando sob muitos aspetos e gerou a necessidade de uma nova reflexão sobre o culto dominical, especialmente no que se refere aos lugares e requisitos para a celebração da Eucaristia ou para as Celebrações Dominicais na Ausência de Presbítero.
       Acontece que a geografia humana se alterou profundamente, muitas comunidades viram reduzir-se a sua população, algumas celebrações não preenchem os requisitos mínimos quanto ao número de participantes e à diversidade de ministérios e, noutros casos, estão separadas por pequenas distâncias. Acresce ainda o facto de algumas comunidades se terem acomodado a um modelo de celebração dominical que tende a promover pouco o espírito de comunhão eclesial.

       O Conselho Presbiteral da Diocese, ouvido o clero e os leigos, desenvolveu esta reflexão, cujo objetivo é proporcionar melhores condições de celebração do culto dominical, em ordem a um maior crescimento da fé e do sentido de pertença à Igreja de Cristo, que é mistério de comunhão.
       Apresento agora as conclusões sob a forma de orientações pastorais, que devem ser tidas em conta em toda a Diocese de Coimbra. Foi também ouvido o Conselho Pastoral Diocesano, que teceu alguns comentários em ordem a melhorar o documento que lhe foi apresentado.

       No Capítulo I cita-se parte dos Preliminares do ritual da Celebração Dominical na Ausência do Presbítero (CDAP), aprovado pela Conferência Episcopal Portuguesa na Assembleia Plenária de abril de 2005, cuja leitura se aconselha vivamente e que deve ser seguido pelos coordenadores das CDAP, tanto os diáconos como os leigos devidamente mandatados para o efeito.
       No Capítulo II oferecem-se as orientações pastorais, fruto do conhecimento da realidade e da reflexão teológica, litúrgica e pastoral. Estas orientações pretendem ajudar a melhor celebrar o domingo nas comunidades espalhadas por toda a Diocese. Espera-se agora que sejam conhecidas e refletidas pelos conselhos pastorais das unidades pastorais, a fim de serem localmente aplicadas.


I. A EUCARISTIA E A CELEBRAÇÃO DOMINICAL NA AUSÊNCIA DO PRESBÍTERO

       1. “O domingo, dia do Senhor e dia da Ressurreição, encontra as suas raízes naquele «primeiro dia da semana», no qual, Jesus, depois de ter passado pela morte, Se manifestou ressuscitado aos Apóstolos. Neste dia, o Senhor fez-Se presente, explicou as Escrituras em tudo o que a Ele se referia, partiu o pão e confiou aos Apóstolos a missão de levar o Evangelho a todo o mundo. Pela descrição evangélica sabemos que as aparições do Senhor ressuscitado, iniciadas no «primeiro dia da semana», se repetiram oito dias depois. Desta forma, o próprio Senhor marcou o ritmo semanal da celebração do mistério pascal da sua morte e ressurreição” (Conferência Episcopal Portuguesa [CEP], Celebração Dominical na Ausência do Presbítero [CDAP], Preliminares 1).

       2. “Desde a primeira experiência com o Senhor ressuscitado até hoje, a Igreja nunca deixou de celebrar neste dia o mistério pascal, «lendo quanto a Ele se refere em todas as Escrituras e celebrando a Eucaristia», entendendo desta forma, o domingo, como a «primordial festa dos cristãos». A Eucaristia é o momento mais alto de todo este dia. Pela sua própria estrutura, dá ao domingo um conteúdo teológico, que ajuda a compreendê-lo em toda a sua profundidade.
       Na Eucaristia dominical, o Senhor torna-Se presente, tal como na manhã de Páscoa e, por isso, o domingo é o dia da Ressurreição e o dia do Senhor. O regozijo que este encontro produz em cada cristão, faz do domingo o dia da alegria. Na Eucaristia a comunidade cristã reúne-se em assembleia, e, assim, o domingo é o dia da assembleia. Também na Eucaristia se proclama a palavra de Deus, alimento que a Igreja «nunca deixou de tomar e distribuir aos fiéis», mostrando, assim, o domingo como o dia da Palavra. Finalmente, o domingo aparece como o dia da Eucaristia, porque nele se celebra o memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor, o banquete em que se recebe Cristo” (CEP-CDAP, Preliminares 2).

       3. “Os cristãos dos primeiros séculos compreenderam que não podiam deixar de celebrar o domingo, a ponto de muitos deles preferirem o martírio a abandonar a assembleia dominical, como é atestado por muitos testemunhos patrísticos. Hoje a Igreja continua a acreditar no valor salvífico do domingo e na sua importância para as comunidades cristãs, mesmo que sejam pequenas, pobres ou dispersas, insistindo que neste dia «devem os fiéis reunir-se para participarem na Eucaristia e ouvirem a palavra de Deus, e assim recordarem a paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os regenerou para uma esperança viva pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos»” (CEP-CDAP, Preliminares 3).

       4. “Hoje, muitos cristãos dispersos por várias comunidades, embora sentindo a necessidade de celebrar o domingo cristãmente, e desejando corresponder ao convite para a reunião dominical não o podem fazer de forma plena por falta de sacerdotes que celebrem para eles a Eucaristia. Consciente de que «nenhuma comunidade cristã se edifica sem ter a sua raiz e o seu centro na celebração da Santíssima Eucaristia» e, no intuito de favorecer a assistência religiosa a todas as comunidades, a Igreja recomenda aos fiéis que continuem a reunir-se ao domingo mesmo sem a presença do presbítero.
       Ao propor a reunião dos fiéis em assembleia dominical, a Igreja tem presentes duas verdades fundamentais: primeiro, que a celebração do domingo não se reduz à celebração da Eucaristia e que esta não é a única forma de celebrar cristãmente o dia do Senhor; segundo, que as «celebrações dominicais na ausência do presbítero» oferecem aos cristãos alguns dos elementos essenciais para haver assembleia dominical, a saber, a reunião dos fiéis em assembleia convocada por Deus, a proclamação da Palavra de Deus acompanhada da sua explicação, e a comunhão do Corpo do Senhor, consagrado numa outra celebração eucarística.
       Na impossibilidade de celebrar plenamente o domingo através da Eucaristia, estas celebrações permitem aos cristãos sentir e manifestar que são Igreja, celebrar o dia da ressurreição do Senhor e participar no «pão da vida, tanto da palavra de Deus como do Corpo de Cristo»” (CEP-CDAP, Preliminares 4).

       5. “Nenhuma comunidade cristã se edifica sem a celebração da Eucaristia, nem nenhuma celebração da Igreja se pode comparar à da Missa dominical. Por isso, quando em alguns lugares não for possível celebrar a Missa ao domingo, veja-se primeiro se os fiéis podem deslocar-se à igreja de um lugar mais próximo e participar aí na celebração do mistério eucarístico. Tal solução é de recomendar e até de conservar quanto possível, mesmo com algum sacrifício da parte dos fiéis” (CEP-CDAP, Preliminares 5).


II. ORIENTAÇÕES PASTORAIS

       6. Evite-se com cuidado qualquer confusão entre as Celebrações Dominicais na Ausência do Presbítero (CDAP) e a celebração da Eucaristia. Tais celebrações não devem diminuir mas aumentar nos fiéis o desejo de participar na celebração eucarística e devem torná-los mais diligentes em frequentá-la.

       7. Os fiéis devem ser ajudados a compreender que não é possível a celebração da Eucaristia sem o sacerdote, e que as CDAP estão intimamente relacionadas com a Missa que a comunidade cristã celebra noutros lugares, particularmente na sua igreja paroquial, o que poderá ser feito por meio de breves admonições no decorrer da própria celebração, bem como de preces pelas vocações sacerdotais.

       8. Quando a celebração da Missa dominical não é possível, mesmo numa igreja paroquial, é muito recomendada a celebração da Palavra de Deus, seguida da comunhão eucarística. Assim, as CDAP nunca podem realizar-se ao domingo naqueles lugares onde a missa já foi ou vier a ser celebrada nesse dia, ou tiver sido celebrada na tarde do dia anterior.

       9. Estabeleça-se um plano de celebrações dominicais no conjunto da unidade pastoral, garantindo, quando possível, uma igreja paroquial onde haja missa todos os domingos. Nesse plano se devem definir os locais de celebração das eucaristias dominicais possíveis, mesmo as vespertinas, atendendo aos sacerdotes disponíveis.
       10. A definição dos lugares, além das igrejas paroquiais, onde a necessidade justifica celebrações dominicais na ausência presbítero, terá em conta todos ou alguns dos seguintes critérios:
       a) número razoável de participantes de acordo com as características de demografia sócio-religiosa da região;
       b) a necessidade evidente de que haja naquele lugar catequese organizada;
       c) que não haja eucaristias dominicais em locais próximos compatíveis com uma deslocação habitual;
       d) que haja condições para uma boa celebração litúrgica, nomeadamente pela diversidade de ministérios ali disponíveis.

       11. Compete ao pároco, ouvidos os outros sacerdotes do arciprestado, informar o bispo diocesano sobre a oportunidade das CDAP na área da sua unidade pastoral.
       Compete-lhe também:
       a) distribuir tais celebrações pelos diáconos e orientadores dentro da unidade pastoral;
       b) preparar os fiéis para elas;
       c) designar leigos idóneos para as orientar;
       d) dar-lhes formação adaptada e contínua após a preparação inicial prescrita pela diocese;
       e) preparar com eles celebrações dignas e adaptadas ao número dos participantes e à sua capacidade e confiá-las ao seu cuidado.

       12. Para que os fiéis valorizem cada vez mais a participação na missa no Domingo e aumentem o seu amor por ela, é necessário que as CDAP alternem sempre, na periodicidade possível, com a celebração da Eucaristia dominical.

      13. Dado o especial relevo do Natal, da Páscoa da Ressurreição e do Pentecostes, recomenda-se vivamente que toda a comunidade cristã se reúna tanto quanto possível para a celebração da Eucaristia.

     14. Quando não for possível haver celebração da Missa na festa religiosa de um lugar, poderá haver uma CDAP, bem como a procissão.[1]

     15. As CDAP devem ser presididas, se possível, por um diácono. Se não for possível, sejam orientadas por um ministro leigo nomeado pelo bispo diocesano - este deve estar vestido de modo que não desdiga do ofício que desempenha, podendo sempre usar a túnica branca.
       16. Dada a natureza da CDAP:
       a) o ministro leigo que a coordena não ocupa a cadeira da presidência, mas orienta a celebração de um lugar discreto na nave ou à frente do presbitério, de onde seja facilmente visto e ouvido;
        b) a recolha das ofertas é feita no final da celebração, antes da despedida;
        c) as leituras são feitas do ambão;
       d) o altar utiliza-se exclusivamente para nele se colocar a reserva eucarística para a adoração e comunhão.
    17. Se preside o diácono, faz a homilia; se é um ministro não ordenado pode ler a homilia previamente preparada pelo pároco ou algum comentário aprovado.
      18. Os diáconos que presidem e os ministros leigos que orientam as CDAP participem sempre que possível na Missa, para o que se deverá garantir essa possibilidade no programa de celebrações e sua distribuição.
       19. Procurar-se-á em cada unidade pastoral que a planificação das celebrações dominicais contemple a rotatividade entre os vários ministros pelos diferentes lugares.
       20. Nas igrejas não paroquiais (capelas) onde não há culto dominical, procure-se, apesar disso, manter uma animação comunitária contínua (catequese de adultos, lectio divina, adoração do Santíssimo, oração do terço, via sacra, via lucis...).
       Conserve-se a presença do Santíssimo Sacramento apenas nos lugares onde há celebração da Eucaristia com a necessária frequência e culto eucarístico regular.
       21. O culto dominical deve tender sempre para a celebração da Eucaristia como alimento e celebração comunitária da fé católica.
Coimbra, 17 de maio de 2018
Virgílio do Nascimento Antunes
Bispo de Coimbra



[1] cf. Nota Pastoral sobre Festas Religiosas de Junho de 2004, Diocese de Coimbra.


31/07/2018

Nomeações do 2018-2019

Dom Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, publicou hoje mesmo as nomeações do clero para o próximo ano pastoral: 

DIOCESE DE COIMBRA
NOMEAÇÕES 2018-2019

ARCIPRESTADO DO ALTO MONDEGO

P. António Mendes Antunes – é dispensado da missão de pároco de Arrifana, Lavegadas, Santo André e São Miguel de Poiares.

P. Pedro Jorge Silva Simões – é nomeado pároco de Lavegadas, Arrifana, Poiares e Santo André de Poiares, continuando pároco de Cadafaz, Colmeal, Góis e Vila Nova do Ceira.

Diác. Manuel Cabral Henriques Lopes – é nomeado colaborador do P. Pedro Jorge Silva Simões, nas paróquias de Lavegadas, Arrifana, São Miguel e Santo André de Poiares, Cadafaz, Colmeal, Góis e Vila Nova do Ceira.

ARCIPRESTADO DO BAIXO MONDEGO

P. Jorge Miguel Santos Carvalho – é nomeado pároco de Alfarelos, Brunhós, Figueiró do Campo, Granja do Ulmeiro e Vila Nova de Anços.

Diác. Carlos Alberto Martinho da Silva – é nomeado colaborador do P. João Octávio Brasil de Andrade Pereira nas paróquias de Arazede, Gatões, Liceia e Seixo de Gatões.

ARCIPRESTADO DE CANTANHEDE

P. Vidal Augusto André Nogueira – é nomeado pároco de Bolho, Cordinhã, Murtede, Ourentã e Sepins.

P. Diamantino da Cruz Vieira – é nomeado pároco de Cadima, continuando pároco de Sanguinheira e Tocha; é dispensado da missão de pároco de Bom Sucesso.

ARCIPRESTADO DE CHÃO DE COUCE

P. Manuel Ventura Pinho – é dispensado da missão de pároco de Ansião e Cumeeira.

P. João Fernando Marques Dias – é nomeado pároco de Alvorge, Ansião, Degracias, Lagarteira, Pombalinho, Santiago da Guarda e Torre de Vale Todos.

P. Joaquim David – é nomeado vigário paroquial de Alvorge, Ansião, Degracias, Lagarteira, Pombalinho, Santiago da Guarda e Torre de Vale Todos.

Diác. João Nuno Frade Marques Castelhano – é nomeado colaborador do P. João Fernando Marques Dias, nas paróquias de Alvorge, Ansião, Degracias, Lagarteira, Pombalinho, Santiago da Guarda e Torre de Vale Todos.

P. António Coelho de Carvalho – é dispensado da missão de pároco de Pombalinho e é nomeado pároco de Cumeeira, continuando pároco de Espinhal, Santa Eufémia e São Miguel de Penela, Podentes e Rabaçal.

ARCIPRESTADO DE COIMBRA NORTE

P. Rodolfo Santos Oliveira Leite – é nomeado pároco de Barcouço, continuando pároco de Casal Comba, Mealhada, Vacariça e Ventosa do Bairro.

Diác. José Simões Laranjeira – é nomeado colaborador do P. Rodolfo Santos Oliveira Leite nas paróquias de Barcouço, Casal Comba, Mealhada, Vacariça e Ventosa do Bairro e do P. Carlos Alberto da Graça Godinho nas paróquias de Luso e Pampilhosa.

P. Manuel de Jesus – é nomeado pároco de Vil de Matos, continuando pároco de Ançã, Curato de São Facundo, São João do Campo e Antuzede.

P. Afonso Makiadi dos Santos – é nomeado vigário paroquial de Ançã, Antuzede, Curato de São Facundo, São João do Campo e Vil de Matos.

ARCIPRESTADO DE COIMBRA SUL

P. Idalino Simões e P. Jorge Germano Dias de Brito – são dispensados da missão de párocos in solidum de Figueiró do Campo, continuando com as outras nomeações.

ARCIPRESTADO DE COIMBRA URBANA

P. Francisco Elói Martinho Prior Claro – é nomeado vigário paroquial de Santa Cruz de Coimbra.

ARCIPRESTADO DA FIGUEIRA DA FOZ

P. Nuno Filipe Fachada Fileno – é nomeado pároco de Bom Sucesso, continuando pároco de Alhadas, Brenha, Ferreira-a-Nova, Maiorca e Vila Verde.

ARCIPRESTADO DO NORDESTE

P. Manuel da Silva Paiva – é nomeado pároco in solidum, com a função de moderador, de Ázere, Candosa, Carapinha, Covas, Covelo, Espariz, Meda de Mouros, Midões, Mouronho, Pinheiro de Côja, Póvoa de Midões, São João da Boavista, Sinde, Tábua e Vila Nova de Oliveirinha.

P. Daniel José Figueiredo Mendes – é nomeado pároco in solidum de Ázere, Candosa, Carapinha, Covas, Covelo, Espariz, Meda de Mouros, Midões, Mouronho, Pinheiro de Côja, Póvoa de Midões, São João da Boavista, Sinde, Tábua e Vila Nova de Oliveirinha.

P. João Creoulo Prior – é dispensado da missão de pároco in solidum de Dornelas do Zêzere, Cabril, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Portela do Fôjo, Unhais-o-Velho e Vidual de Cima.

P. Orlando José Guerra Henriques – é nomeado pároco de Dornelas do Zêzere, Cabril, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Portela do Fôjo, Unhais-o-Velho e Vidual de Cima.

ARCIPRESTADO DE POMBAL

P. António Nogueira Torres – é dispensado da missão de pároco de Guia, Ilha e Mata Mourisca.

P. Fernando Rodrigues de Carvalho – é nomeado pároco de Guia, Ilha e Mata Mourisca.

OUTROS SERVIÇOS

Cón. Mons. André Gaspar Almeida Freire – é dispensado da missão de chanceler da Diocese de Coimbra.

P. António Joaquim Farinha Domingues – é nomeado chanceler da Diocese de Coimbra.

P. António Manuel Neto Samelo – é dispensado da missão de pároco e é nomeado capelão do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, continuando coordenador da Comissão Diocesana da Catequese de Adultos.

P. João Fernando Marques Dias – é nomeado assistente diocesano do Movimento dos Cursos de Cristandade.

P. Luís Francisco Cordeiro Marques – é dispensado de capelão do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra.

P. Nuno Miguel dos Santos – é nomeado assistente do Secretariado Diocesano da Pastoral da Família, em fase de reconstituição, continuando com as outras nomeações.

Cón. Sertório Baptista Martins – é dispensado da missão de assistente diocesano do Movimento dos Cursos de Cristandade e de assistente do Secretariado Diocesano da Pastoral da Família, continuando com as outras nomeações.


Coimbra, 31 de Julho de 2018

Virgílio do Nascimento Antunes
Bispo de Coimbra

28/07/2018

Salvo por milagre… para ser padre!


O Diácono João Nuno Castelhano, natural do Seixo de Mira (paróquia de onde têm brotado muitas vocações sacerdotais), é o mais recente diácono da Diocese de Coimbra, ordenado no passado dia 24 de Junho, juntamente com os três novos sacerdotes da nossa Diocese. Está a estagiar na unidade pastoral de Alvaiázere e foi ordenado diácono a caminho do sacerdócio. Ao semanário diocesano Correio de Coimbra ele contou o seu impressionante testemunho de vida. De facto, há vidas que mostram bem como a vida é um milagre e um dom maravilhoso de Deus a que devemos corresponder com toda a entrega e generosidade.

Filho de um diácono permanente, João Nuno conta que «o despertar para a vocação presbiteral surgiu na minha família e na minha paróquia». Aliás, ele considera que «ao longo de todo este percurso a minha família foi o “porto seguro”: os meus pais, os meus irmãos, os meus avós, tios e primos, e também a paróquia do Seixo, comunidade que me ajudou, e ajuda, a crescer». É o segundo de quatro filhos e nasceu «prematuro, pequeno e frágil». «Aos 6 anos, eu e o meu irmão (com 8 anos), sofremos um grave acidente na brincadeira: ficámos presos na bagageira de um carro comercial num dia de extremo calor; fiquei tão mal que os médicos que nos assistiram no hospital chegaram a dizer aos meus pais que provavelmente eu não resistiria. Depois de induzido em coma, ao fim de alguns dias comecei a minha recuperação, e uma das primeiras coisas de que falei – dizem-me – foi de Nossa Senhora de Fátima! (E, depois, de tractores e vacas!, da minha vida da aldeia, no Seixo de Mira, de onde sou natural). Passados alguns dias voltei a andar e comecei a reaprender a falar. (Um dos médicos dizia: “Ainda dizem que não há milagres!”). Voltei à escola, com muitas dificuldades (andei três anos no primeiro ano), mas os meus pais queriam que eu aprendesse a ler e a escrever. Depois, os professores e médicos que me acompanhavam acharam que eu tinha condições para continuar os estudos, e continuei tranquilamente. No 7º ano escolar ingressei no ensino alternativo, na área da agricultura».

Mas, ao mesmo tempo, surgia o chamamento de Deus a ser padre… «Comecei a ir ao pré-seminário (com o Padre Pedro Luís) pelos 10/11 anos. […] No carnaval do meu 12º ano fui a Taizé, e foi aí que, estando a concluir o percurso do Pré-seminário, me senti chamado. Então, em conversa com o Pe. Nuno Santos, aceitei o desafio de ingressar no seminário, o que veio a acontecer no dia 5 de Outubro 2009». Entretanto, concluiu o curso de Teologia no ano passado e tem estado a estagiar.

Quanto à vida sacerdotal, que já vislumbra pela frente, diz: «quero poder ajudar aqueles que me rodeiam a sentirem o Amor de Deus por cada ser humano, tal como eu tenho sentido na minha vida». E lança um apelo: «Aproveito para me dirigir aqueles que andam em busca da sua vocação. Não tenham medo. Por vezes o caminho parece longo, as dificuldades intransponíveis, mas não estamos sós no caminhar. Pois Jesus caminha connosco. E se «há mais alegria em dar do que em receber», «nunca se cansem de fazer o bem!»* e abram o coração ao Amor de Deus.»

* Claramente, o Diácono João Nuno Castelhano faz aqui uma citação do Cónego Aníbal Castelhano.

18/06/2018

Três novos padres e um diácono para a Diocese de Coimbra

Eis os quatro jovens da nossa Diocese que são ordenados no próximo Domingo, dia 24 de Junho, às 16h00, na Sé Nova, por D. Virgílio Antunes, dos quais três já são diáconos e vão ser ordenados sacerdotes, e um vai ser ordenado diácono, a caminho do sacerdócio.
Na foto, da esquerda para a direita, temos:
— o Diác. Daniel Mendes, natural de Soure, que está a colaborar na Unidade Pastoral de Tábua e vai ser ordenado padre;
— o Diác. Francisco Prior Claro, natural de Ourentã (Cantanhede), que está a colaborar na paróquia de S. Cruz de Coimbra e vai ser ordenado padre;
— o Diác. Jorge Carvalho, natural de Assafarge, que está a colaborar na Unidade Pastoral Figueira-Rio (Figueira da Foz) e vai ser ordenado padre;
— e o seminarista-estagiário João Nuno Castelhano, natural do Seixo de Mira, que está a estagiar na Unidade Pastoral de Alvaiázere e vai ser ordenado diácono.
Demos graças a Deus e acompanhemo-los, também, com a nossa oração.

(leia mais na nossa edição em papel)

05/05/2018

Diác. Francisco vence Prémio Rainha Santa

Francisco Martinho Elói Prior Claro é um diácono candidato ao sacerdócio da Diocese de Coimbra (actualmente a colaborar na paróquia de Santa Cruz de Coimbra) natural de Ourentã (Cantanhede), que completou neste ano lectivo o Mestrado em Teologia na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (centro regional do Porto) com 18 valores, sendo o melhor aluno a completar o curso de Teologia no Porto este ano. Isso faz dele o vencedor do Prémio Rainha Santa Isabel, um prémio instituído pela primeira vez este ano, por iniciativa da Ordem Terceira Franciscana, para distinguir, em cada ano, o melhor aluno a terminar o Mestrado em Teologia na Universidade Católica do Porto.
O Diác. Francisco está de parabéns e a vitória deste prémio (com o nome da padroeira de Coimbra) é uma honra para a nossa Diocese.

16/03/2018

Profanação do Santíssimo Sacramento – Cristo novamente crucificado em Coimbra

Chegou à nossa redacção uma notícia consternadora. Segundo fonte ligada ao grupo de adoradores da igreja de São Tiago, na baixa de Coimbra (Praça do Comércio), aquela igreja foi assaltada esta semana, na noite de 12 para 13 de Março: os criminosos profanaram o sacrário e levaram a custódia com o Santíssimo Sacramento.

Desde Janeiro de 2013 que a igreja de São Tiago foi instituída como espaço de adoração eucarística com uma intenção bem determinada: pelas vocações sacerdotais. O horário da adoração é das 8h00 às 20h00, todos os dias da semana. A igreja está aberta a quem queira entrar, havendo uma escala de pessoas que asseguram a adoração todos os dias durante esse horário.

Este sacrilégio exige da nossa parte uma acção de reparação. É também nesse sentido que vai a mensagem do grupo de adoradores da igreja de São Tiago: «Unamo-nos em oração de reparação, em adoração na igreja de S. Tiago. Rezemos para que o Senhor perdoe e converta todos os pecadores.»

* * *

Ao saber da trágica notícia, não pude deixar de me lembrar das palavras de Jesus à Venerável Madre Maria do Lado, fundadora das Clarissas do Desagravo: na noite de 15 para 16 de Janeiro de 1630, também houve uma profanação do Santíssimo Sacramento na igreja de Santa Engrácia, em Lisboa; lá longe, no Louriçal, Maria de Brito estava em oração àquela hora e ouviu Jesus dizer-lhe: “Minha filha, compadece-te de Mim, que, neste momento, sou crucificado em Portugal”. De facto, a Paixão do Senhor continua hoje: nas profanações da Eucaristia; nas indiferenças; nas comunhões mal feitas; nos cristãos perseguidos pelo mundo…

Muitos dizem que Deus não existe por causa de haver injustiças, abusos, violência; mas casos de profanação como este mostram-nos que, afinal, o próprio Deus não está longe de nós nas horas de violência; pelo contrário, Ele próprio está sujeito aos abusos e violências. Já o Padre António Vieira, ao falar sobre a guerra, dizia: «e até Deus, nos templos e nos sacrários, não está seguro.» Da mesma forma que Ele Se deixou maltratar às mãos dos carrascos há 2 mil anos, também hoje Se continua a sujeitar a tudo isto, e sempre pelo mesmo motivo: por nosso amor! Para ficar connosco! Só a fé e o amor permitem compreender esta aparente impotência de Deus perante o mal.
Pe. Orlando Henriques

03/01/2018

Nomeações “de Inverno” na Diocese de Coimbra

Num decreto datado do passado dia 1 de Janeiro, o Sr. Dom Virgílio do Nascimento Antunes, Bispo de Coimbra, fez as seguintes nomeações para o serviço eclesial na Diocese de Coimbra:

Cón. Alfredo Ferreira Dionísio – cessa as funções de pároco de Torres do Mondego.

Cón. Aníbal Pimentel Castelhano – cessa as funções de pároco de Carvalho, Friúmes e Penacova.

Cón. João Coutinho Veríssimo – cessa as funções de Reitor do Seminário da Imaculada Conceição da Figueira da Foz, que é integrado na Administração Diocesana.

P. João Paulo dos Santos Fernandes – é nomeado pároco de Carvalho e Penacova, continuando pároco de Figueira de Lorvão, Lorvão e Sazes de Lorvão.

P. José Kamutali Tomás – é nomeado pároco de Torres do Mondego, continuando pároco de Castelo Viegas e Ceira.

P. José Lopes de Carvalho – é nomeado pároco de Campelo e Vila Facaia, continuando pároco de Castanheira de Pêra e Coentral.

P. José Rosa Gomes – cessa as funções de pároco de Arega, Campelo e Figueiró dos Vinhos.

P. Júlio da Silva Neves Santos – é nomeado pároco de Arega e Figueiró dos Vinhos, continuando pároco de Graça e Pedrógão Grande.

P. Manuel Pinto Caetano – é nomeado pároco de Friúmes, continuando pároco de Oliveira do Mondego, Paradela da Cortiça, São Paio do Mondego, São Pedro de Alva e Travanca do Mondego.

P. Rodolfo Miguel Fernandes Costa Albuquerque – é nomeado capelão da Santa Casa da Misericórdia de Galizes.

P. Rodolfo Santos Oliveira Leite – é nomeado capelão da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada.

30/11/2017

Grupo de Oração Madre Maria do Lado

Foi criado o Grupo de Oração Madre Maria do Lado, que reuniu pela primeira vez a 26 de Novembro de 2017 (Solenidade de Cristo Rei). O grupo tem como base a oração alicerçada na Palavra de Deus e na adoração eucarística, suplicando o bom andamento dos trabalhos da Causa de Beatificação da Madre Maria do Lado. Pretende ser um baluarte de oração para os membros do grupo, amigos e devotos da Madre Maria do Lado. Além de reuniões quinzenais, o grupo tem no dia 28 de cada mês a Santa Missa em acção de graças pelos benefícios recebidos e implorando a intercessão da Serva de Deus. As Irmãs Clarissas do Desagravo convidam os simpatizantes da Causa a inscreverem-se, crescendo no amor ao Santíssimo Sacramento e no conhecimento da vida da Madre Maria do Lado, disponibilizando os contactos do Convento: Convento do Louriçal, Rua da Misericórdia, n.º 10, 3105-165 LOURIÇAL; telef. 236 961 138; e-mail clarissas.lourical@sapo.pt; ou facebook.com/irmas.lourical.

21/10/2017

Bispo de Coimbra: o auxílio às vítimas dos incêndios de Outubro de 2017

INCÊNDIOS DE OUTUBRO DE 2017
NOTA DO BISPO DE COIMBRA SOBRE O AUXÍLIO ÀS VÍTIMAS

Diante do sofrimento de tantas pessoas, que se viram enredadas pelo fogo e pelo medo nos incêndios de Outubro, não podemos ficar insensíveis. Ao vermos o panorama desolador de casas e empresas destruídas, de florestas queimadas, de rostos sem alegria e de homens e mulheres sem emprego e que lutam por manter a esperança, sentimos o apelo interior à solidariedade e à partilha do que somos e do que temos.

A caridade é o coração do Evangelho e tem de ser também o coração da Igreja, de cada uma das suas comunidades e de cada um dos seus membros. Sem ela seria vã e falsa a nossa fé, como nos sugere a Epístola de Tiago: “Se um irmão ou uma irmã não tiver que vestir e lhes faltar o alimento de cada dia... de que lhes servem as vossas palavras?” (Tg 2, 15).

Muitos irmãos e irmãs não têm casa, nem roupa, nem alimento, nem alegria... e nós podemos e queremos ajudá-los. A nossa Diocese de Coimbra, tão duramente atingida pelas sucessivas vagas de incêndios, que dar mais um sinal de que a caridade está no seu coração e se exprime nas suas obras.

Nesse sentido, informo o seguinte:

- o ofertório de todas as celebrações dominicais de 5 de Novembro, realizadas na Diocese de Coimbra, destina-se na sua totalidade a auxiliar as vítimas dos incêndios e deve ser entregue na Cúria Diocesana com a maior brevidade;

- a Caritas Diocesana de Coimbra assume em nome da Diocese a missão de prestar todo o auxílio possível às populações, de acordo com as necessidades identificadas pelas autarquias, com as quais está em contacto;

- outros donativos serão entregues na conta da Caritas que centraliza os apoios para as vítimas dos incêndios/2017: IBAN PT50 0018 0003 44379659020 66.

Grato pelo bom acolhimento desta iniciativa, peço que continuemos unidos na oração que fazemos uns pelos outros e, especialmente, pelos que mais precisam de consolação e de esperança.
 
Coimbra, 20 de Outubro de 2017
Virgílio do Nascimento Antunes
Bispo de Coimbra

17/09/2017

Escola de Teologia e Ministérios – formação para a acção!

A Diocese de Coimbra tem uma proposta de formação a aproveitar, com a Escola de Teologia e Ministérios (que, agora, integra também a Escola Diocesana de Música Sacra). Porque saber não é uma obrigação só dos padres. E porque muito mais dificilmente os cristãos participarão activamente na vida da Igreja se não tiverem formação. Todos os cursos desta oferta formativa funcionam no Seminário Maior de Coimbra aos sábados dos períodos lectivos normais, já a partir de 7 de Outubro (excepto na Escola Música Sacra, cujas aulas começam já no dia 23 de Setembro, tendo decorrido os testes admissão decorrido a 16 de Setembro).

1. Curso Básico de Teologia
Condições de acesso: 12º ano ou equivalente
Sábados, 09h às 15h35. 6 semestres. 200€ por semestre.

2. Curso para Animadores das Assembleias Dominicais sem Celebração da Eucaristia
Condições de acesso: 9º ano ou equivalente, idade superior a 25 anos e declaração de proposta do Pároco.
Sábados, 09h às 15h35. 3 semestres. 200€ por semestre.

3. Curso para Orientadores da Celebração das Exéquias
Condições de acesso: 9º ano ou equivalente, idade superior a 25 anos e declaração de proposta do Pároco.
Sábados, 09h às 15h35. 3 semestres. 200€ por semestre.

4. Curso para o Ministério Extraordinário da Comunhão
Condições de acesso: idade superior a 25 anos e declaração de proposta do Pároco.
Sábados, 09h às 12h30. 3 semestres. 30€ por semestre.

5. Curso para o Ministério dos Leitores
Sábados, 09h às 12h30. 3 semestres. 30€ por semestre.

6. Curso para Catequistas Formadores
Para Catequistas formadores e responsáveis pela catequese paroquial. Condições de acesso: 12º ano ou equivalente.
Sábados, 09h às 15h35. 3 semestres. 200€ por semestre.

7. Curso para Catequistas Formadores (que já concluíram o Curso Básico de Teologia ou equivalente)
Sábados, 09h às 15h35. 1 semestre. 200€ por semestre.


ESCOLA DIOCESANA DE MÚSICA SACRAa partir de 23 de Setembro!
 
8. Curso Geral de Música Litúrgica
Condições de acesso: que tenham completado o 7º ano do ensino Básico (idade superior a 13 anos), sejam propostos pelo Pároco; e sejam considerados aptos nos testes de admissão.
Sábados, 09h às 15h35. 3 anos. 42€ por mês.

9. Curso de Órgão ou Canto (concomitante ao curso 8)
Sábados, 09h às 15h35. 3 anos. 45€ por mês.

10. Curso de Aprofundamento de Música Sacra (NOVO!)
Condições de acesso: possuam suficientes conhecimentos musicais (a aferir em testes de admissão) ou tenham completado o curso 8.
Sábados, 09h às 15h35. 1 ano. 42€ por mês.


Os cursos só funcionarão com número mínimo de candidatos. Os alunos podem almoçar no Seminário. Para informações ou inscrições é possível contactar os telefones 239 792 340 / 239 792 344, ou o e-mail escola.teologia.ministerios@steotonio.pt.

06/09/2017

O Plano Pastoral Diocesano para o próximo triénio

O próximo Plano Pastoral Diocesano para os próximos três anos assenta em três pontos fundamentais:
1. Assumir a evangelização como uma missão diocesana prioritária (estratégia: realizar acções de primeiro anúncio em todas as unidades pastorais; criação de mais grupos de catequese de adultos; ligação da catequese de infância à catequese da família; ajudar os cristãos leigos a estarem activamente presentes nas organizações da sociedade);
2. Promover a espiritualidade encarnada e alicerçada em Deus Trindade (estratégia: que a Missa paroquial seja uma referência na comunidade cristã; que se definam os lugares da Missa com horário fixo em toda a unidade pastoral; introduzir os cristãos nos vários métodos de oração);
3. Organização: colocar as estruturas pastorais mais ao serviço do objectivo da missão, passando a unidade pastoral a ser a base estrutural, e já não a paróquia (estratégia: criar o conselho pastoral de unidade pastoral e equipa fraterna de animação pastoral; unificar o cartório; celebrar o Dia da Unidade Pastoral; promover o acolhimento de pessoas novas que vão chegando às paróquias).
Para colocar acção este Plano, o Secretariado de Coordenação Pastoral não propões acções específicas: agora serão as unidades pastorais (conjuntos de paróquias confiadas ao/s mesmo/s pároco/s) que, a partir destes pontos, vão fazer o seu próprio plano pastoral, para que o plano possa encarnar nos mais variados contextos da nossa Diocese. O plano de cada unidade pastoral será enviado ao Sr. Bispo, para ser aprovado.